Blog da Klare

Fotografias na Odontologia

As fotografias são utilizadas na Odontologia para estudar os pacientes com todos os detalhes. As imagens são obtidas através de equipamentos fotográficos profissionais e de lentes específicas e potentes para que os mínimos detalhes sejam observados e documentados. O cirurgião-dentista, juntamente com o paciente, pode esclarecer e até mesmo modificar o seu planejamento explicando e discutindo através das imagens. Dentre elas, são realizadas as fotografias extrabucais, posicionando o paciente de frente em posição natural, de frente, sério e sorrindo, e de perfil em posição natural. Já as fotografias intrabucais focalizam a oclusão (mordida) do paciente, e são realizadas de modo frontal, do lado direito, do lado esquerdo e também do posicionamento dos dentes anteriores superiores em relação aos anteriores inferiores (overjet). São realizadas as fotografias oclusais tanto para mandíbula, quanto para maxila e que revelam as faces oclusais dos dentes, a situação do palato (céu da boca) e da mandíbula, demonstrando de existem espaços para todos os dentes, se é necessária à realização de extrações dentárias, próteses, restaurações, entre outras indicações.

Mais sobre Tomografia Cone Beam

A tomografia computadorizada (TC) trata-se de um método diagnóstico por imagem que utiliza a radiação X e permite obter a reprodução de uma secção do corpo humano em quaisquer uns dos três planos do espaço. Diferentemente das radiografias convencionais, que projetam em um só plano todas as estruturas atravessadas pelos raios-X, a TC evidencia as relações estruturais em profundidade, mostrando imagens em "fatias" do corpo humano. A TC permite enxergar todas as estruturas em camadas, principalmente os tecidos mineralizados, com uma definição admirável, permitindo a delimitação de irregularidades tridimensionalmente. Perante as dificuldades ou limitações na obtenção de informações para o diagnóstico com o uso de radiografias convencionais, as imagens tridimensionais começaram a atrair grande interesse dos odontólogos. O advento da tomografia computadorizada de feixe cônico representa o densenvolvimento de um tomógrafo relativamente pequeno e de menor custo, especialmente indicado para a região dentomaxilofacial. O desenvolvimento desta nova tecnologia está provendo à Odontologia a reprodução da imagem tridimensional dos tecidos mineralizados maxilofaciais, com mínima distorção e dose de radiação significantemente reduzida em comparação à TC tradicional.

Radiologia Digital

Os rápidos avanços em tecnologia digital causaram um impacto significante na Odontologia, com a introdução da radiografia digital. Em 1987, o primeiro sistema digital direto se tornou comercialmente disponível, o Radiovisiography (Trophy, Vincennes, França). Atualmente o sistema radiográfico digital representa uma realidade em diversas clínicas e consultórios odontológicos. Há dois conceitos diferentes para obtenção da imagem digital, o CCD (Charge Coupled Device) e o PSP (Phosphor Storage Plates). A radiografia digital utiliza sensores eletrômicos e placas de fósforo sensíveis aos raios X, posicionados tal qual o filme da radiografia convencional. O sensor eletrônico, conectado ao computador, gera uma imagem que será vista imediatamente no monitor. As placas de fósforos são muito parecidas com os filmes convencionais e são introduzidas em scanners a laser para sua leitura. Comparados com a radiografia convencional, os sistemas digitais eliminam processamento químico, espaço para arquivo, com imagens armazenadas na memória do computador, oferecendo menor tempo de trabalho, maior definição, melhor comunicação por vias eletrônicas, facilidade na manipulação de imagens, por exemplo, contraste e ajuste de brilho, e principalmente a grande redução na dose de raios X recebida pelo paciente. Essas vantagens, somadas à economia de material de processamento, filme e espaço para arquivo tomam a radiografia digital cada vez mais custo-efetiva.

Diagnóstico na Odontologia

Com o advento e uso da Tomografia Computadorizada Cone Beam, houve um despertar, focalizando o diagnóstico, abrindo nossa visão dem 3D, com a qual percebemos ocorrência inimagináveis quando fazíamos diagnóstico em 2D. Isto nos impulsiona na valorização do diagnóstico, ao ponto de haver um movimento elogiável de valorização do diagnóstico na odontologia. Por certo que esse diagnóstico estará sempre subordinado a observação clínica. Porém, é um passo a mais em frente, auxiliando o diagnóstico final.

Radiografias para gestantes

Há grupos de pacientes que merecem consideração especial quanto ao risco de exposição: as gestantes. Isso porque as células jovens do embrião e do feto estão em desenvolvimento acelerado. Apesar do maior risco para o feto, o risco individual é muito pequeno e o benefício potencial do exame, quando bem indicado, justifica o procedimento diagnóstico. Exames da cabeça, pescoço e extremidade das gestantes podem ser realizados com cuidados de radioproteção, praticamente isentando o feto de radiação ionizante significativa. Eventualmente, exames que envolvem o abdomen podem ser necessários. Nesse caso, os médicos dão preferência a exames que não utilizem radiação ionizante, como a ultrassonografia. Mas se mesmo assim houver justificativa para o estudo radiológico, as evidências apontam ser muito baixo o risco individual de algum maleficio potencial. Cuidados especiais para a redução da dose, como protocolos otimizados de tomografia computadorizada e aventais de chumbo para proteger o bebê ou órgãos suscetíveis de radiação espalhada devem ser tomados nesses casos. É importante que a mulher grávida mencione sua condição de gestante ao médico, dentista ou ao técnico que realizará o exame.

Radioproteção

A maioria  dos estudos que avaliam os efeitos da exposição de seres humanos à radiação ionizante é baseada nas observações de populações sobreviventes de explosões nucleares como Hiroshima e Nagasaki, acidentes nucleares, como Chernobyl, ou em pacientes submetidos à radioterapia. 

Os pacientes submetidos a exames de diagnóstico são expostos a pequenas doses de radiação em diferentes momentos. Alguns exames expõem o paciente a níveis muito baixos de radiação. Por exemplo, uma cintilografia óssea usa uma dose de radiação de cerca de 0,05mSv-o equivalente a cerca de seis dias de exposição de radiação ambiente. Para a mamografia, a dose é de 0,7mSv-o equivalente a três meses de exposição à radiação ambiente. A densitometria óssea e radiografias de extremidade, como a de antebraço, por exemplo-geram uma dose equivalente a menos de um dia de exposição à radiação ambiente (0,001mSv). As radiografias odontológicas, como a panorâmica e radiografias intraorais, geram doses de radiação ainda menores do que aquelas utilizadas na medicina. Além disso, radiologistas, tecnólogos e técnicos são treinados para limitar a exposição do paciente à menor dose de radiação necessária para o diagnóstico correto.

São três os princípios básicos da proteção radiológica: justificação, limitação da dose e otimização. O princípio da justificação diz respeito à indicação do exame. Somente se deve indicar um exame que exponha o paciente a radiação ionizante se os benefícios potenciais trazidos pelos resultados dos exames superem os riscos envolvidos. A limitação da dose é estabelecida na legislação. No Brasil, o órgão responsável pela regulamentação das doses de radiação  á a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A otimização quer dizer que devem ser utilizadas doses tão baixas quanto razoavelmente exequíveis, considerando os fatores econômicos e sociais. É o princípio ALARA (as low as reasonably achievable). Em suma, a proteção radiológica deve ser levada em conta desde a indicação do exame, passando pela colimação (foco) do feixe de raios x, excluindo áreas fora do interesse diagnóstico, filtros para evitar raios X de baixa energia que não contribuam para o diagnóstico, e equipamentos de proteção radiológica. 

Entre os equipamentos de proteção, na Odontologia, usamos os protetores de tireóide (dependendo do exame) e aventais plumbíferos (de chumbo). Há preocupação especial em proteger as pessoas cujo trabalho envolve a exposição diária a fontes de radiação ionizante. Esses trabalhadores fazem uso de um dispositivo que calcula a dose acumulada de radiação a que foram expostos, o dosímetro. Quantos todos esses cuidados são levados em consideração podemos tranquilizar o paciente em realção ao uso da radiação, já que seu benefício é muito maior do que o risco.

Diferença entre Raio-X e a Radioatividade

Os Raio-x são uma forma de radiação ionizante, ou seja, quando eles atingem um átomo podem expulsar eletrons dele para formar íons (átomos eletricamente carregados). Ao serem atingidos pelo Raio-x, os tecidos do organismo são modificados através das reações químicas. Esses efeitos são cumulativos, o que quer dizer que uma vez que nossas células tenham sido atingidas, o dano é permanente e irreversível. Mas qual o grau desse dano? Menor prejuízo que sair no sol sem usar boné.

Já a radioatividade é a propriedade que alguns elementos químicos têm de emitir isótopos radioativos, e não tem nada a ver com radiografia médica e odontológica. Os aparelhos de Raio-x que existem nas clínicas de exames por imagem e nos consultórios odontológicos não são radioativos.

 

Fonte:odontodivas.com/2016/10/radiaçao-ionizante-mamografia-e-cancer-de-tireoide.html

Fraturas dentárias

As fraturas podem acometer a porção coronária e/ou a radicular. As fraturas coronárias podem ser observadas através de exame clínico. Já nas fraturas radiculares, os exames de imagem são de fundamental importância para concluir o diagnóstico. Alguns casos de fratura radicular relacionam-se a agente traumático direto, como os acidentes automobilísticos, domésticos ou mesmo agressão física, por exemplo. Os pacientes mais jovens são as vítimas mais freqüentes e os dentes anteriores superiores, os mais acometidos.

As restaurações e o preparo endodôntico dos canais radiculares (pela própria remoção da estrutura dentária que o tratamento implica) pode, por vezes, enfraquecer a arquitetura do elemento dental, tornando-os mais suscetíveis às fraturas ou trincas radiculares, causadas pelas cargas mastigatórias.

Em um trauma, os tecidos lesionados podem ficar descontínuos. Quando observamos radiograficamente que os fragmentos estão separados, vemos uma linha radiolúcida (nas radiografias) ou hipodensa (nas tomografias) entre os mesmos. Esta linha, na interpretação radiográfica, recebe o nome de "solução de continuidade".

As linhas de fratura podem apresentar-se diferentemente aos exames de imagem, dependendo da sua origem. Por vezes, as fraturas do tipo horizontal, podem estar associadas a traumas de grande impacto. Por outro lado, as fraturas e trincas radiculares do tipo vertical ou de orientação oblíqua são observadas mais freqüentemente em dentes endodonticamente tratados. Quando a separação de fragmentos dentais é menor, sua interpretação imaginológica pode ser mais desafiadora. Existem casos, em que somente a Tomografia Computadorizada Cone Beam (TCCB) pode constatar a fratura e/ou trinca radicular. As linhas de solução de continuidade podem estabelecer relações com alterações dos tecidos ósseos vizinhos (região de periápice ou corticais vestibular, lingual/palatina) e imagens hipodensas podem ser observadas nestas regiões. Os exames tomográficos permitem o clínico realizar um diagnóstico e um planejamento possibilitando um melhor prognóstico para seu paciente.

Aplicações da Tomografia Cone Beam na Odontologia

Existem diversas aplicações do exame na odontologia, a aplicação mais comum é a implantodontia. Veja outras indicações:

-Localizar elementos inclusos;

-Avaliar grau de reabsorção radicular de dentes adjacentes a caninos retidos;

-Avaliar relação de dentes inclusos com acidentes anatômicos;

-Localizar pequenas trincas e fraturas dentárias e ósseas;

-Visualizar tamanho, forma e número de canais radiculares;

-Determinar quantidade, qualidade e inclinação do rebordo ósseo alveolar;

-Observar anomalias da Articulação Temporomandibular;

-Auxiliar no diagnóstico e delimitação das lesões patológicas;

-Avaliar seios maxilares;

-Observar pacientes portadores de fenda palatina;

-Determinar quantidade de osso para tracionamento ortodôntico;

-Avaliar relação entre diâmetro das raízes e as tábuas ósseas vestibulares e linguais;

-Realizar planejamento cirúrgico virtual.

 

É interessante o profissional encaminhar ao radiologista a sua dúvida diagnóstica para auxiliar na hipótese diagnóstica do paciente.

Tomografia Computadorizada

A tomografia computadorizada trata-se de um método de diagnóstico por imagem que utiliza a radiação X e permite obter a reprodução de uma secção do corpo humano em quaisquer uns dos três planos do espaço. Diferentemente das radiografias convencionais (intrabucais e extrabucais), que projetam em um só plano todas as estruturas atravessadas pelos raios-X, a tomografia computadorizada evidencia as relações estruturais em profundidade, mostrando imagens em "fatias" do corpo humano. A tomografia computadorizada permite enxergar todas as estruturas em camadas, principalmente os tecidos mineralizados, com uma definição admirável. Perante as dificuldades ou limitações na obtenção de informações para o diagnóstico com o uso de radiografias convencionais, as imagens tridimensionais estão sendo cada vez mais indicada na Odontologia. O primeiro tomógrafo que surgiu no mercado era simples, porém o exame era demorado e com altas doses de radiação. Com o passar do tempo, o equipamento foi aprimorado, diminuindo assim o tempo de varredura, a dose de radiação e melhorando a qualidade das imagens. Há quase 20 anos foi criada a tomografia Cone Beam, amplamente usada para diagnósticos odontológicos, com doses mais baixas do que a tomografia Helicoidal (médica), além de melhor qualidade das imagens e redução dos artefatos metálicos.

Pericoronarite

Pericoronarite significa uma inflamação dos tecidos adjacentes à coroa que não está ainda totalmente erupcionada.

É mais comum em dentes terceiros molares (sisos).

A gengiva adjacente a porção erupcionada da coroa se torna inflamada quando alimentos ou debris microbianos ficam aprisionados embaixo do tecido mole. Por isso a gengiva em volta do dente aumenta de volume  e, por isso,  ainda pode ser traumatizada pela oclusão do antagonista.

As principais queixas do paciente são a dor e esse aumento de volume.

Os sinais radiográficos podem variar de nenhuma alteração, quando a lesão está apenas em tecidos moles ou a alteração mostrada através de imagem radiolúcida em torno de uma parte da coroa do dente incluso. 

Esse tipo de inflamação pode ser visualizada através de radiografias periapicais e/ou panorâmicas.

Fratura dentária

Em casos de fraturas dentárias, recomenda-se radiografias periapicais intra-orais com dissociação horizontal para melhor diagnóstico da presença e da direção da fratura. As radiografias panorâmicas não apresentam uma imagem detalhada e podem não revelar uma fratura radicular sem deslocamento. Já a tomografia apresenta dificuldade em casos em que há fratura com presença de núcleo intracanal, já que o mesmo proiduz um pouco de artefato e pode mascarar a fratura.

Tomografia cone beam

Chegou! Agora estamos com a clinica completa!

Diagnóstico de cárie

As radiografias são uma ajuda para o diagnóstico de cárie e avaliação de restaurações. As vezes, exame clínico sozinho não é suficiente.

Particularmente as interproximais são usadas para diagnóstico e progressão das lesões de cárie. Por isso, recomenda-se uma frequencia desse acompanhamento por meio das interproximais para pacientes com risco de cárie. Para adultos de alto risco é recomendado a cada 6 meses, para os de médio risco a cada 12 meses e para os de baixo risco, 2 anos.

Já as as panorâmicas não são recomendadas para diagnóstco de cáries. Entretanto elas podem mostrar cáries oclusais melhor que interproximais.

Exame oclusal total da maxila

Esta projeção mostra a região anterior da maxila e os dentes anteriores superiores.

As indicações clínicas são as seguintes:

-Avaliação da região periapical dos dentes anteriores superiores quando a execução da técnica periapical não pode ser realizada devido ao desconforto causado pelo filme periapical.

-Visualização de dentes caninos não-erupcionados, dentes supranumerários e odontomas.

-Pode ser utilizada como uma projeção central, quando utilizado o princípio da paralaxe, para determinar a posição vestíbulo-palatal de dentes caninos não-erupcionados.

-Avaliação do tamanho e da extensão de lesões como cistos ou tumores na região anterior da maxila

-Avaliação de fraturas dos dentes anteriores e do osso alveolar. Essa indicação é bastante utilizada em crianças que sofreram trauma pela facilidade de se posicionar o filme reto na boca do paciente.

Indicações de radiografias periapicais

As principais indicações das radiografias periapicais são as seguintes:

1-Observação de infecção/inflamação apical (foco na ponta da raiz)

2-Avaliação periodontal

3-Avaliação pós-traumática dos dentes e do osso alveolar

4-Avaliação da presença e do posicionamento de dentes não-irrompidos

5-Avaliação da morfologia radicular antes das extrações

6-Procedimantos endodônticos (tratamento de canal)

7-Avaliação pré e pós-operatória de cirugias apicais

8-Avaliação minuciosa de cistos apicais e outras lesões no osso alveolar

9-Avaliação pós-operatória de implantes.

Desvantagens da Panorâmica

A principal desvantagem da radiografia panorâmica é que as imagens não apresentam um detalhe das estruturas anatômicas tão bom quanto das radiografias periapicais intra-orais (o exame de levantamento periapical completo é mais detalhado). Portanto, as radiografias panorâmicas não são tão úteis quanto as radiografias periapicais para a detecção de pequenas cáries, detalhes das estruturas periodontais para diagnóstico de periodontite. Tem algumas superfícies também se sobrepõem como dos dentes pré-molares.

Logo, a disponibilidade da radiografia panorâmica em paciente adulto normalmente não exclui a necessidade de radiografias intraorais para diagnóstico de patologias bucais mais comuns anteriormente citadas.

Outros problemas associados a panorâmica incluem ampliação desigual e distorção geométrica ao longo da imagem. Ocasionalmente, a presença de estruturas sobrepostas, como a coluna cervical pode mascarar lesões odontogênicas, particularmente na região de incisivos. Além disso, objetos clinicamente importantes podem estar situados fora do plano focal (plano de corte) e podem aparecer distorcidos ou não aparecer.

Radiografias para fins administrativos

As radiografias para fins administrativos são aquelas realizadas por outras razões além do diagnóstico, incluindo aquelas feitas para um plano de saúde ou um exame admisional. Isso acontece para admissão através de concursos públicos principalmente.

Tomógrafo

É com satisfação que anunciamos que logo, logo está chegando nosso tomógrafo que fornecerá imagens com ótima qualidade!!!

Aguardem!!!

Radiografias para implante

As imagens convencionais, como as radiografias panorâmica e periapical, geralmente são úteis e de bom custo-benefício para diagnóstico para implante, mas não conseguem fornecer a visibilidade em cortes transversais ou a análise interativa da imagem que pode ser obtida com técnicas de imagem sofisticada.

As várias técnicas de imagem podem ser aplicadas em várias fases dos procedimentos cirúrgicos e restauradores. A seleção de técnicas específicas de imagem deve estar baseada na melhor técnica para fornecer a informação necessárias à equipe de impantodontia- o protético, o cirurgião e o radiologista.

Padrão board

A partir de hoje estamos habilitados a realizar a documentação ortodôntica no Padrão Board, o que é exigido por alguns dentistas.

Cirurgiões dentistas, caso vocês queiram conhecer, nos contate que faremos uma visita p demonstrar nossos materiais.

Proteção nos Exames Radiológicos

É compreensível que um paciente tenha uma opinião negativa a respeito do uso dos raios X com finalidade de diagnóstico.

Para isso, os clíncos que utilizam radiação ionizante devem se familiarizar com a quantidade de exposição à radiação encontrada na Odontologia, o possível perigo que tal exposição causa e os métodos utilizados que têm efeito na redução da exposição e da dose.

Aventais de chumbo devem ser utilizados para minimizar a exposição do paciente a radiação. Assim como o tempo de exposição a radiação deve ser bem escolhido pelo profissional de acordo com a técnica da área a ser radiografada (por isso a radiologia digital é interessante por precisar de um tempo de exposição a radiação menor).

Imagem digital

As vantagens da imagem digital são as seguintes:

-A imagem digital elimina o processamento químico, ou seja, para se obter uma imagem digital não se necessita usar substâncias químicas resultantes do processamento químico e nem lâminas de chumbo, diminuindo assim os resíduos químicos liberados para a natureza.

-As imagens podem ser transferidas para outro profissional da área da saúde sem qualquer alteração na qualidade da imagem original. E ainda, podem ser enviadas via internet para os profissionais assim que forem realizadas, agilizando o diagnóstico e tratamento do paciente.

-Além disso, receptores digitais intraorais requerem menos radiação que o filme, reduzindo a dose absorvida pelo paciente.

Exames periapicais e interproximais (Bite-wing)

Os exames intraorais são o suporte das imagens para os dentistas. Eles podem ser divididos em 3 categorias: periapicais, interproximais e oclusais.

As radiografias interproximais mostram apenas as coroas dos dentes e a crista óssea vizinha ao dente. São mais comumente usadas para avaliar cárie entre os dentes.

Já as periapicais devem mostrar todo o dente (passando um pouco da ponta da raiz), já que se avalia a condição do dente como um todo: cárie, presença e qualidade de tratamento de canal, presença e qualidade de pino, adaptação de restaurações, lesões periapicais (na ponta da raiz), entre outras coisas.

Existe o levantamento periapical completo, que nada mais é do que a tomada radiográfica periapical de todos os dentes. Esse exame geralmente é pedido em ínicio de tratamento para auxiliar o exame clínico inicial para se obter um correto diagnóstico

A frequência desses exames varia com as circunstâncias individuais de cada paciente.

Exame panorâmico

A radiografia panorâmica inclui ambos arcos dentários, superior e inferior, e suas estruturas de suporte. Ela é muito utilizada como imagem inicial de uma avaliação por ter uma visualização adequada e poder indicar, se necessário outro tipo de exame.

As principais vantagens desse tipo de radiografia são as seguintes:

-Ampla visibilidade dos ossos da face e dentes

-Baixa dose de radiação ao paciente

-Não causa dano ao paciente

-Possibilidade de ser realizada em pacientes com dificuldades de abertura bucal

-Curto tempo de realização

-Facilidade de compreensão das radiografias pelo paciente, auxiliando na apresentação do diagnóstico e tratamento ao paciente.

Ela é mais útil para diagnóstico de problemas que requerem ampla visualização da arcada superior (por exemplo, localização de siso, traumatismo, lesões,etc).

Excelência em Radiologia Odontológica Digital

A Klare trabalha com tecnologia de ponta na área de Radiologia Odontológica Digital. Entre em contato e faça uma visita.

Trabalhamos com radiografias periapicais, radiografias interproximais, radiografias oclusais, radiografias panorâmicas, telerradiografia lateral,  telerradiografia frontal, ATM, radiografia de mão e punho, modelos ortodônticos e toda a documentação ortodôntica.

Inauguração

No dia 30 de abril de 2011 oferecemos para os dentistas um coquetel de inauguração da Klare - Radiologia Odontologia Digital.

O objetivo dessa confraternização foi mostrar para os profissionais cirurgiões dentistas as instalações da clínica, além dos modernos equipamentos digitais e a alta qualidade das imagens que a clínica proporciona.

Confira as fotos em nossa galeria!

Uso de posicionadores radiográficos na odontologia

A radiografia odontológica é um importante auxiliar no diagnóstico, planejamento e prognóstico das afecções bucais. Para tanto, é necessário que as imagens tenham qualidade, de modo que possam ser interpretadas corretamente. As imagens das estruturas dentais só passam a ser visíveis após correta técnica de aquisição do rx. Assim, é realizada uma seqüencia de etapas interligadas entre si, onde o erro de uma etapa acarretará em erro na imagem final. Desta forma, todos os passos para obtenção de uma radiografia devem ser realizados adequadamente. Falhas em radiografias geram interpretações errôneas, repetições de técnica, maior exposição dos pacientes à radiação, aumento do tempo clínico, além de custos dispensados. A técnica radiográfica periapical pode ser realizada com ou sem uso de dispositivos posicionadores radiográficos. O uso desses dispositivos reduz as chances de erro, diminuindo repetições desnecessárias, padroniza e simplifica a técnica, favorecendo, assim, a interpretação. As únicas desvantagens do uso dos posicionadores radiográficos são o custo e o desconforto que ele pode gerar nos pacientes. Entretanto, na maioria das vezes, o desconforto gerado pelo uso dos posicionadores radiográficos é muito pequena diante das suas inúmeras vantagens.

Radiografia Interproximal e Cárie

A ciência vem evoluindo muito nas últimas décadas, principalmente em relação à conscientização da importância do diagnóstico precoce das doenças. Na Odontologia, o diagnóstico precoce das lesões de cárie tornou-se procedimento fundamental para a formulação do plano de tratamento que visa a prevenção, o conservadorismo e a promoção de saúde como um todo. A associação de exame clínico rigoroso e radiografias interproximais é um excelente método de diagnóstico de cárie nos dentes posteriores. Isso porque existe uma face proximal dos dentes posteriores que dificultam a visualização direta das superfícies. Por isso, o exame radiográfico interproximal é tão importante. A radiografia interproximal é capaz de mostrar lesões de cárie iniciais em esmalte, dando muita segurança aos dentistas em relação ao planejamento, tratamento e controle dos pacientes.

Radiografia Panorâmica em Crianças

A radiografia panorâmica é uma técnica radiográfica caracterizada pela utilização de princípios radiográficos para englobar o complexo maxilo-mandibular, fornecendo um meio extenso para visualizar e analisar os dentes e as estruturas de suporte em um único filme radiográfico. A imagem panorâmica é especialmente importante em crianças na fase da troca de dentes, pois a avaliação da posição e do estágio de desenvolvimento intra-ósseo dos germes dos dentes permanentes permite a identificação dos desvios no padrão normal de erupção, que podem ocasionar desordens na oclusão. Grande parte dos casos de maloclusão tem sua origem na época de dentadura mista e a intervenção ortodôntica nessa fase aumentam as possibilidades de se direcionar o crescimento e de se guiar a oclusão, eliminando ou diminuindo a severidade dos problemas ortodônticos no futuro. A visualização dos fatores etiológicos locais das maloclusões na radiografia panorâmica auxilia o clíinico geral, o odontopediatra e o ortodontista a obter um diagnóstico precoce para o planejamento de procedimentos ortodônticos preventivos, com o objetivo de manter a integridade da arcada dentária e o bom desenvoilvimento da oclusão.

Valor legal das radiografias digitais

Embora o desenvolvimento da informática e sua ampla utilização em todas as áreas do conhecimento, ainda há, de maneira geral, um grau elevado de desinformação e de questionamentos a respeito da legalidade dos arquivos digitais. Muito se questionou no passado sobre o valor legal dos arquivos digitais, sob a justificativa de que os mesmos poderiam ser modificados com facilidade. Entretanto, foi substituída, em âmbito internacional, a autenticação dos arquivos digitais, o que os torna imutáveis e com validade jurídica.

1>>

Busca

Arquivos

Agosto de 2017 (1) Julho de 2017 (2) Junho de 2017 (1)